domingo, 22 de janeiro de 2017

Açúcar! Doce veneno




Você sabia que com açúcar se fabrica uma pólvora mais violentamente explosiva que a pólvora que você conhece e que pode ser usada para a produção de bombas caseiras e como propelente de foguetes?

Após ter sido surpreendido por um diabetes mellitus inesperado, o autor, formado em história pela UFF, passou anos pesquisando sobre os aspectos histórico e patológico do açúcar.

Desse estudo nasceu o “Livro Negro”, de leitura obrigatória para todos os que prezam a saúde.

O “Livro Negro” é chocante porque faz com que nos defrontemos com a face amarga e desconhecida do açúcar, cuja indústria prospera associada à indústria farmacêutica e a de alimentos  

                               Baixe o livro em PDF.

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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Quebrando O Silêncio





" Mudança de rumo"
Bianca Arruda* sempre sonhou com um futuro promissor para cada um de seus quatro filhos. Após se separar do marido, trabalhou duro para garantir o alimento e os estudos para todos eles. Mas ela não imaginava que mesmo com tanta dedicação e carinho, Richard iria se envolver em crimes e se tornar um usuário de drogas.

A mãe percebeu que aos 13 anos ele começou a faltar às aulas, tornou-se rebelde, iniciou amizades que se mostraram inadequadas e, quando ela tentava orientá-lo, sentia-se cada vez mais frustrada, já que o menino só tinha ouvidos para seus amigos.

Iludido por eles de que iria obter roupas e calçados de marca, status e dinheiro, aos 15 anos Richard decidiu largar  seus estudos e sair de casa para morar com traficantes e usuários de drogas do Distrito Federal. “Nosso relacionamento se tornou muito difícil. Ele me enfrentava”, recorda Bianca, que tentava repreender o filho com castigos, mas que só desgastavam a situação.

O garoto passou a realizar furtos com armas e participou de desavenças entre grupos do crime, que resultaram em ameaças para sua mãe e seus irmãos, que precisaram se mudar de bairro para não correr risco de morte. “Eu sofria por ver meu filho destruindo a própria vida”, desabafa a mãe.

Enfrentando o problema

Após três anos de crimes em Brasília e de ter passado por ameaças de morte e surras de policiais, Richard resolveu morar com um tio no Rio de Janeiro e tentar recomeçar a vida longe do crime. Mas, infelizmente, sua situação piorou e ele passou a viver na rua e a consumir maconha e cocaína. A mãe, mesmo a distância, não deixava de incentivar o filho a procurar ajuda para tratar sua dependência e a mudar sua conduta. “Lembro que sentia medo de ser morto pela polícia ou pelos traficantes. Quando já estava sem esperança, um senhor me encontrou na rua e me convidou para participar de uma comunidade terapêutica da ADRA Brasil”, relembra Richard.

Com a intenção de ajudar diversas pessoas que passam pela mesma situação, a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA Brasil) criou em 2013 o projeto Vidas Transformando Vidas, localizado na cidade de Campo Grande, no Rio de Janeiro (para saber mais, acesse adra.org.br). O espaço oferece tratamento especializado e multidisciplinar baseado em atividades educacionais e profissionalizantes, integrando todas as características essenciais de uma comunidade terapêutica.

O objetivo da iniciativa é tratar a dependência química por meio da mudança no estilo de vida, entendendo o uso abusivo como sintoma de um desajuste psicológico e social da pessoa. O método empregado para o tratamento decorre de um trabalho multidisciplinar em regime de internação de nove a dezoito meses, dependendo das necessidades de cada indivíduo. Atualmente, Richard está recuperado, retornou aos seus estudos, tem um emprego e se prepara para ingressar na faculdade.

No Brasil, cerca de 18 milhões de pessoas lidam com a dependência química, e diversas famílias sofrem por não saber como enfrentar a situação. Para orientar a como auxiliar um amigo ou parente que passa por isso, a terapeuta comunitária e técnica em Dependência Química Vasti Rainer, coordenadora de outra comunidade terapêutica mantida pela ADRA Brasil na Bahia, sugere algumas dicas importantes:

Ouça
Dar atenção para quem está no vício é muito importante. Essas pessoas possuem grande carência e necessidade de ser ouvidas.

Não recrimine
Trate com amor quem está nessa situação. Recriminar pode só piorar as coisas.

Ajude
Pergunte qual é a melhor forma de ajudar. Demonstre que você está disposto a auxiliar de diferentes maneiras, seja com um abraço ou levando em alguma comunidade terapêutica.
Para evitar que seus filhos se envolvam com a dependência química:

Conheça
Para a prevenção é importante que os pais conheçam bem seus filhos. Acompanhe seus estudos, amizades, conheça as pessoas com as quais eles estão em contato pela internet e telefone.

Envolva-se
Procure envolver seus filhos nas decisões e planejamentos da família, bem como na escolha do local para passar as férias, a compra de um móvel para casa ou de um carro novo.

Dedique tempo de qualidade
Realizem atividades juntos. Através da conversa vocês se conhecerão mais. Andem de bicicleta juntos, criem uma horta, pratiquem esportes, façam dinâmicas e competições para que estejam todos envolvidos.

Cuide da alimentação
Evite temperos, alimentos e bebidas picantes que possam despertar nos pre-dispostos à dependência química a vontade de experimentar substâncias mais fortes.

http://quebrandoosilencio.org/




segunda-feira, 8 de agosto de 2016

sexta-feira, 27 de maio de 2016

" A Família! "

A Primeira e Mais Importante Instituição da Sociedade Humana!


A família foi estabelecida por criação divina como a instituição humana fundamental.  É o principal ambiente em que são apresentados valores e desenvolvida a capacidade para íntimos relacionamentos com Deus e com outros seres humanos.
Deus instituiu a Primeira família no jardim do Éden quando criou Adão e Eva e os uniu. Desta união surgiu uma nova geração que se desenvolveu numa grande sociedade dando origem a raça humana
A família é a instituição através da qual uma geração prepara as gerações seguintes para o serviço da civilização humana e para o cumprimento das suas obrigações sociais com devoção, sinceridade e entusiasmo.
A Família pode ser considerada com justa razão, a fonte do progresso, do desenvolvimento, da prosperidade e da força da civilização humana na terra
 Venha! Você e sua Família, 
participe conosco.
 O Ministério da Família da Igreja Adventista do Sétimo Dia de Medeiros Neto Preparou uma programação especial para a Semana da Família com belas pregações, dicas e conselhos para o bem estar de toda a Família. Você e sua Família são nossos convidados especiais.




sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Ilhas Fiji tem Presidente Adventista

Parlamento das ilhas Fiji elege um adventista 
para a presidência da nação

General adventista, que já estudou em Harvard, exercia o cargo de ministro de Emprego, Produtividade e Relações Industriais. Créditos da imagem: acervo do governo de FijiO novo presidente das ilhas Fiji, no Pacífico Sul, é um adventista do sétimo dia. Com 31 votos a favor e 14 contra, o general-de-divisão Jioji Konrote foi eleito pelo parlamento no dia 12 de outubro para um mandato de três anos. É a primeira vez que um membro da igreja assume a presidência da nação.

A cerimônia de posse de Konrote, que exerce a função de ministro de Emprego, Produtividade e Relações Industriais, está prevista para ocorrer no dia 5 de novembro.

Em um anúncio oficial sobre a nomeação, conforme informou a agência internacional de notícias da Igreja Adventista (ANN), o primeiro-ministro de Fiji, Frank Bainimarama, disse que o general adventista é “um modelo de lealdade, coragem e devoção como comandante militar, de honestidade e dedicação como ministro, e de tato e perseverança como um diplomata”.

Konrote tem um longo currículo como militar e diplomata. Ele é o único fijiano a ser nomeado comandante da Força Interina das Nações Unidas no Líbano e secretário-geral adjunto das Nações Unidas. Ele tem servido como o Alto Comissariado da ONU para a Austrália e Fiji, além de embaixador plenipotenciário para Cingapura. Em 2006, foi eleito membro do parlamento de Fiji e, desde então, tem servido como ministro.

Segundo informou a ANN, Jioji Konrote é um membro ativo da igreja, servindo como ancião de uma congregação adventista na capital, Suva, a cidade mais populosa e principal centro cultural e turístico das ilhas Fiji. Bastante respeitada no arquipélago, a Igreja Adventista conta com aproximadamente 25 mil fiéis e 260 congregações nesse país, de acordo com dados do departamento de Arquivos, Estatísticas e Pesquisa da sede mundial adventista. No entanto, mais de um quarto dos habitantes da nação, formada por 322 ilhas, segue o metodismo. O adventismo começou a marcar presença na região do Pacífico Sul a partir de 1890 por meio do navio missionário “Pitcairn”, que saiu de San Francisco (EUA) em direção às ilhas dessa parte do globo.

Saiba +

Com uma população de aproximadamente 900 mil habitantes, Fiji viveu situações políticas delicadas nos últimos anos. Foram três golpes de Estado e uma tentativa de sublevação desde que conquistou sua independência, em 1970. Curiosamente, hoje a república parlamentarista é governada pelo mesmo militar que promoveu o golpe de 2006. Frank Bainimarama assumiu como primeiro-ministro em 2014, após ganhar as eleições que consumaram o retorno à democracia.

Igreja

A Igreja Adventista possui cerca de 25 mil membros nas Ilhas Fiji, que se reúnem em 260 congregações, de acordo com as estatísticas dos arquivos oficiais da sede mundial adventista. No país, no entanto, a religião predominante é o Metodismo, que tem mais de um quarto da população como membro. Em 1890, o primeiro navio missionário chamado Pitcairn foi construído e lançado à água em um projeto missionário da Igreja Adventista nas ilhas do Pacífico Sul. Saiu de San Francisco, nos Estados Unidos, no dia 20 de outubro.

O arquipélago é formado por 322 ilhas e um terço desse território é desabitado. As ilhas são montanhosas com picos que se erguem até 1.324 metros cobertos por florestas tropicais. O país possui pouco mais de 901 mil habitantes em uma área de 18.274 quilômetros quadrados.

Fontes: ANN, UOL e Adventist Review.