sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Atleta Renunciou às Olimpíadas por Fidelidade a Guarda do Sábado


Tracy Joseph sempre foi apaixonada por corrida desde muito pequena e participava de todos os esportes que podia. Aos 13 anos de idade, quando matriculada na Escola Adventista em Limón, Costa Rica, ela ouviu falar de uma corrida de 200 metros e foi com amigos ver se poderia participar. Sem nenhum treino formal, ela participou da prova e venceu a atleta favorita da categoria. Dalí, ela foi em frente e representou a Província de Limón em uma competição nacional. Hoje, Tracy, 24 anos, coleciona muitas medalhas de eventos atléticos nacionais e internacionais, desde a Costa Rica, América Central e América do Sul, até de países distantes como a Finlândia. Recentemente, com o pensamento fixo nos Jogos Olímpicos, em Londres, Inglaterra, ela viajou para a Colômbia, no mês de junho, para competir nos dois últimos eventos internacionais. Ela completou sua primeira corrida em Cali, mas horas antes de viajar para Bogotá, para a segunda corrida, recebeu uma notícia inesperada.

Tracy vinha treinando para melhorar seu tempo de 23,78 segundos nos 200 metros, para 23,30 segundos, o que a qualificaria para competir nos Jogos Olímpicos. Com esse alvo em mente, ela se preparava para competir em Bogotá quando foi informada de que a corrida final havia sido trocada do domingo para o sábado. Após ouvir isso, Tracy arrumou suas malas e voltou para casa.

Como ela é extremamente convicta a respeito da guarda do sábado, essa não foi uma decisão assombrosa. Mas admite que o fato de estar tão próximo de competir numa Olimpíada a fez lutar com seus pensamentos. “Aquela noite no hotel foi de luta, mas compreendi que minha vitória seria de mãos dadas com Jesus. Se eu seguisse em frente e participasse da corrida, teria agido contra a vontade dEle”, disse Tracy, que explicou que era muito tarde para apelar ou participar de outra prova classificatória.

Semanas mais tarde ela não estava arrependida de sua decisão e assistiu aos Jogos Olímpicos pela TV em sua casa. “Aquela decisão me ensinou a mudar outras coisas para melhor em minha vida e também tem sido uma bênção para outros”, explica Tracy, que cresceu em um lar adventista e foi batizada aos nove anos de idade.

 Ela teve que colocar suas corridas em compasso de espera, enquanto completa a faculdade de administração na universidade em São José, Costa Rica. Disse que se adaptar a fazer entre o que ama e o que deve é sempre uma decisão difícil.

“Eu amo, amo correr; não consigo explicar o ímpeto que sinto”, diz ela. “Além de competir, posso conhecer melhor meu corpo e isso me motiva a fazer melhor as coisas, todos os dias, aprendendo a não desistir facilmente e sempre dar meu melhor em tudo o que faço, sempre colocando a Deus em primeiro lugar.”

(Libna Stevens, Divisão Interamericana; revista Adventist World, outubro de 2012)

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Dia Mundial do Jovem Adventista



Em 1879 na cidade de Hazelton no estado de Michigan nos EUA, dois jovens adventistas chamados Luther Warren e Harry Fenner, de 14 e 17 anos respectivamente, sentiram falta de um programa específico para jovens na igreja adventista, apesar de já existir a lição de jovens que foi escrita por Tiago White em 1852 chamada "Youth Instructor", ainda não parecia ser o bastante, prova disso era que alguns jovens estavam começando a deixar os caminhos de Deus. Como solução para este problema os dois resolveram fundar a 1ª sociedade de jovens naquele ano.

No princípio, o propósito deste primeiro grupinho de rapazes era promover o trabalho missionário, levantar fundos para a literatura missionária e promover a temperança. Mais tarde, as moças foram convidadas a participar, e as reuniões eram realizadas no salão de uma casa, com alguns dos membros adultos da família. Neste programa, os jovens ficavam horas em reunião e trabalho.

Luther Warren, em seus escritos, conta que ele e Harry Fenner fundaram a primeira sociedade de jovens como conseqüência de uma profunda preocupação quanto à declinante espiritualidade que se manifestava na vida de seus amigos e de muitos outros jovens da igreja. Outra grande razão para a formação dessa primeira sociedade de jovens foi o intenso desejo de trabalhar para o Mestre”. Salvação e Serviço - pág 49.

Anos mais tarde, em 1907,no Concílio da Associação Geral realizado em Gland, Suiça, foi aprovada a formação de um departamento de jovens na Associação Geral e o Pr M.E.Kern como o primeiro líder.
Naquela ocasião foram adotados o calendário da Devoção Matinal e o Clube do livro dos Missionários Voluntários (MV), e o grupo votou observar o Dia do MV, um dia especial, uma vez por ano. O nome finalmente escolhido para o departamento foi Departamento dos Missionários Voluntários dos Jovens Adventistas do Sétimo Dia.

Através dos anos ele passou a ser conhecido como “Departamento MV”, e a organização dos jovens da igreja local foi denominada a “Sociedade MV”. As reuniões dos jovens passaram a ser designadas como “Programa MV”. Uma grande mudança aconteceu em 1978, quando este departamento mudou o nome de “Missionários Voluntários” para “Jovens Adventistas” ou JA como conhecemos.

Uma prova de que Deus aprovou a idéia desses jovens foi através da mensagem de Ellen White no livro Serviço Cristão, pág 30: Temos hoje em dia um exército de jovens que pode fazer muito, se devidamente dirigidos e animados. Queremos que nossos filhos acreditem na verdade. Queremos que eles sejam abençoados por Deus. Queremos que eles tomem parte em planos bem organizados para auxiliarem outros jovens. Que todos sejam tão bem preparados, que possam representar devidamente a verdade, dando a razão da esperança que há neles, e honrando a Deus em qualquer ramo da obra no qual se achem aptos a trabalhar.


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

EVANGELISMO NA WEB



Na próxima sexta-feira, 14 de setembro,  adventistas da América do Sul de todas as idades estarão envolvidos numa grande mobilização na Internet. O objetivo principal é inundar as redes sociais com mensagens de esperança e convidar amigos para  a Semana de Evangelismo Web com o Pr. Luís Gonçalves.

Através de e-mails, sites e redes sociais, os jovens estarão testemunhando e divulgando a Volta de Jesus. A mobilização continuará até a quinta-feira, dia 20 de setembro, quando iniciará a semana de evangelismo web com o Pr. Luís Gonçalves. Será uma oportunidade única para convidar os amigos que estão conectados na web. Faça planos para participar.

Como participar do Dia do Evangelismo Web

1. Escolha textos bíblicos, frases e imagens que falem sobre esperança e tweet ou post no Facebook. Distribua também mensagens para sua lista de e-mail.

2. Escolha o conteúdos para postar que sejam relevantes e interessantes para seus amigos, mas que levem esperança.

De 20-23 de setembro, às 21h começa a série especial Contagem Regressiva com o Pr.Luís Gonçalves. O foco será as profecias do Apocalipse que falam sobre o fim do mundo. O formato será voltado para jovens e adolescentes, com vários cantores e muita interação nas redes sociais. Esta série será veiculada apenas no site www.esperanca.com.br . Divulgue o evento e  site para seus amigos. Compartilhe: http://www.esperanca.com.br/destaques/pr-luis-goncalves-a-biblia-nao-se-refere-ao-calendario-maia/

3. Links onde encontrar materiais
Imagens para Twitter e Facebook: pinterest.com/bibliasagrada
Estudos Bíblicos: bíblia.com.br  



quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Atleta Queniano Orando...



Silver Spring, Maryland, USA… [ASN] Quando o adventista do sétimo dia, corredor de longa distância, Abel Kirui cruzou a linha de chegada, caiu de joelhos e inclinou a cabeça, oferecendo uma oração em celebração.

O mundo todo testemunhou o gesto de gratidão do queniano Abel Kirui de 30 anos quando ganhou a medalha de prata, na maratona, dos Jogos Olímpicos de Londres, Inglaterra.

Kirui é também assíduo ganhador da Maratona do Campeonato Mundial; ganhador do evento, em 2011, pelo maior tempo já alcançado, dois minutos e 28 segundo. Seu recorde pessoal de duas horas e cinco minutos de maratona o coloca em sexto lugar entre a elite de corredores de longa distância. Nessa modalidade, onde os atletas competem, com frequência, para benefício próprio ou pelo reconhecimento nacional, Kirui diz que encontra motivação para a glória de Deus.
“Cada corrida é uma oportunidade. O que digo a Deus é: ‘Onde quer que o Senhor me ponha, vou falar de Ti.’ Assim, toda vez que concluo a corrida, digo: ‘Agradeço a Ti, Deus’”, ele afirma.
Criado no Quênia, na zona rural, que ele carinhosamente chama de lar “humilde”, com a presença apenas materna, Kirui diz que aprendeu a depender de Deus na infância. Sua mãe, a quem cita como sua maior influência espiritual, o animou a frequentar a igreja, nos sábados pela manhã. Hoje, ele diz que seu hábito de oração, cedo de manhã, é herança dela.

“Lembro-me que nos despertávamos na madrugada para orar a fim de encontrarmos alguém a quem servir”, diz. “Agora, cada manhã me levanto bem cedo para orar e pedir a Deus que me dê forças para correr.”
Quando criança, Kirui diz que sonhava com uma vida além da aldeia local.
“Gostava de ver os aviões e lembro-me de ter pensado: um dia vou voar, e logo após pensar que isso seria impossível para mim. Porém, um dia me dei conta que meu passaporte para alcançar o mundo estava começando a se tornar realidade”, ele prossegue.

Sua primeira competição não foi longe de casa. Como aluno da escola do ensino fundamental, Kirui ocupou o segundo lugar no pódio, na corrida do campeonato do distrito, cerca de dez quilômetros de sua escola. Posteriormente, já adolescente, lembra-se de admirar os corredores quenianos de longa distância, como Paul Tergat, um maratonista recordista mundial.

Atualmente, ele treina para o máximo de mil quilômetros, que conduz à maratona. Não obstante, com frequência ele é acossado pela dor, em especial, diz que ocorre nos últimos cinco quilômetros da maratona.
“Lidar com a dor depende de seu estado mental. A dor não é algo que o possa matar, sempre e quando o corpo estiver saudável. O mesmo ocorre com as questões espirituais”, diz. “Peço a Deus que me dê o poder para vencer.”

Até o presente, Kirui diz que sua carreira não entrou em conflito com a observância do sábado, o sétimo dia. Ele participou, em grande medida, das maratonas ocorridas nos domingos.

“Frequento a igreja com minha esposa e dois filhos, no dia de repouso, e, na manhã do domingo, saio para treinar”, afirma. “Em todo lugar onde compito, levo minha Bíblia, a lição da Escola Sabatina e dedico tempo para orar em meu alojamento.”

Kirui também tem grandes planos para contribuir com a infraestrutura da Igreja Adventista, no Quênia. “Já ajudei no estabelecimento da estrutura da igreja nova. Agora os planos são para a escola da igreja e para um hospital de gestão”, ele diz.

Entrementes, Kirui se está ajustando à fama decorrente de participar em eventos de alto perfil, tais como o Campeonato Mundial, a Maratona e os Jogos Olímpicos. “O povo em Nairobi gritará: ‘Este é Abel Kirui, o homem que corre!’” Na primeira vez que alguém o reconheceu, Kirui diz que se surpreendeu. “Eu pensava que ninguém me iria reconhecer.”

Agora, Kirui diz que se sente feliz porque o mundo o está observando. “Quero que saibam que o poder de Deus é que me mantém em marcha. O tempo todo, é o poder de Deus.”
[Equipe ASN, Elizabeth Lechleitner]


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Quebrando o Silêncio...


Quebrando o Silêncio é uma campanha da Igreja Adventista do Sétimo Dia que promove ações contra a violência na família, escola e comunidade. A cada ano a campanha ganha uma ênfase especial e a deste ano é ajudar na superação dos traumas da violência para que mulheres, adolescentes, crianças e idosos, que são os mais atingidos por esse mal, consigam viver bem com familiares e amigos.

A Campanha 2012 – Caminho da Superação

“O silêncio é ouro”, mas nem sempre. Por exemplo: É justo ficar calado quando:
Uma em cada três mulheres já foi espancada, forçada a manter relações sexuais ou sofreu algum tipo de abuso?
A cada oito minutos, um menor é vítima de abuso no Brasil?
Mais de 150 milhões de meninas e mais de 70 milhões de meninos, em todo o mundo, foram vítimas de violência doméstica?
“A violência é crime! Nenhuma vítima é capaz de se esquecer disso. Mas um ambiente acolhedor, receptivo e, acima de tudo, humano pode ajudá-la a superar” as consequências dos maus-tratos. Você pode fazer a diferença, abrindo caminho para a superação. O primeiro passo é quebrar o silêncio, buscar ou oferecer ajuda.

Quebre o silêncio!

É tempo de unir forças contra a violência! Infelizmente, a cada dia somos bombardeados por notícias aterradoras: pais que agridem bebês até a morte e mães que tiram a vida de recém-nascidos. Diante de tanta barbárie, nos indignamos e não conseguimos entender como um pai ou uma mãe é capaz de cometer atos tão cruéis. Toda e qualquer forma de violência deve ser coibida pelo Estado, repelida pela sociedade e combatida pela família, principalmente se o agredido for um menor, incapaz de se defender.

O que podemos fazer?

A ética cristã ensina a receita da convivência ideal: “Façam aos outros o que querem que eles lhes façam” (Mateus 7:12, NVI). Em muitos países, leis são sancionadas visando a proteger de agressores e da negligência, mulheres, crianças e idosos.
Autoridades trabalham para minimizar esses males e ONGs atuam em programas de proteção. Há oito anos, a Igreja Adventista desenvolve a campanha Quebrando o Silêncio para prevenir, educar e combater todas as formas de violência doméstica.
O momento é de unir forças e apresentar um posicionamento firme. Orientações por meio de órgãos competentes como: delegacia da mulher, conselho tutelar, disque 100, ligue 180, são maneiras de encontrar segurança e apoio para a superação de traumas. Se você conhece alguém que está sofrendo abuso, e tem medo, ou mesmo sente vergonha de ir a uma delegacia sozinha, coloque-se à disposição para acompanhar essa pessoa.

Participe e envolva seus amigos!

Movimente sua igreja, comunidade ou escola durante o ano todo em datas específicas que estão no calendário e na data especial do Quebrando o Silêncio nas Igrejas Adventistas. Neste ano será no último sábado de agosto. Clique aqui para baixar os materiais para a promoção da campanha.
Seu ato poderá salvar uma vida. Se um amigo ou vizinho está sofrendo algum tipo de abuso e não tem forças para reagir e busca em você auxílio, estenda a mão, oriente-o na busca de profissionais que possam ajudá-lo.

Bom exemplo

A Bíblia relata o exemplo do bom samaritano. Ele foi o único a estender a mão para atender um homem que fora vítima de assalto e deixado abandonado e ferido à beira de uma estrada.
O samaritano quebrou as barreiras sociais, aproximou-se dele, trouxe alívio às suas dores, levou-o a um lugar seguro e providenciou o necessário para sua completa recuperação. Inspirados pelo exemplo ensinado por Cristo na parábola do bom samaritano, sejamos ativos promotores do amor e do respeito no ambiente da família, na igreja e na comunidade. Combatamos a violência!

Clique aqui e conheça as campanhas dos anos anteriores.